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Rubi, Alexandrite, Diodo ou Nd:YAG: qual laser para cada fototipo

Técnica · 22 out 2026 · 6 min de leitura

Na depilação a laser, o alvo é a melanina do folículo. O problema é que a pele também tem melanina, e quanto mais escura ela é, mais energia absorve. Por isso a escolha do comprimento de onda começa pelo fototipo do paciente na escala de Fitzpatrick.

O raciocínio em uma frase

Quanto menor o comprimento de onda, maior a absorção pela melanina e maior a eficiência em pelos claros e finos. Quanto maior, mais profundo e mais seguro para peles escuras.

TecnologiaOndaFototiposPonto forte
Rubi694 nmI a IIIPelos claros e finos
Alexandrite755 nmI a IVPelos finos em peles claras
Diodo808 nmI a VVersátil e rápido em áreas grandes
Nd:YAG1064 nmIV a VISegurança em peles negras

Na prática da clínica

  • Se a maioria da agenda é de fototipos II a IV, o Diodo cobre quase tudo.
  • Se você atende muitas peles negras, o Nd:YAG reduz o risco de queimadura e hiperpigmentação.
  • Para buço e pelos finos em peles claras, Rubi e Alexandrite costumam render mais por sessão.

Um equipamento com os quatro comprimentos de onda, como o Hakon 4D, permite montar a agenda sem separar pacientes por tecnologia.

Pelos brancos, ruivos ou muito loiros têm pouca melanina e respondem mal a qualquer laser. Alinhe a expectativa já na avaliação.

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