Rubi, Alexandrite, Diodo ou Nd:YAG: qual laser para cada fototipo
Na depilação a laser, o alvo é a melanina do folículo. O problema é que a pele também tem melanina, e quanto mais escura ela é, mais energia absorve. Por isso a escolha do comprimento de onda começa pelo fototipo do paciente na escala de Fitzpatrick.
O raciocínio em uma frase
Quanto menor o comprimento de onda, maior a absorção pela melanina e maior a eficiência em pelos claros e finos. Quanto maior, mais profundo e mais seguro para peles escuras.
| Tecnologia | Onda | Fototipos | Ponto forte |
|---|---|---|---|
| Rubi | 694 nm | I a III | Pelos claros e finos |
| Alexandrite | 755 nm | I a IV | Pelos finos em peles claras |
| Diodo | 808 nm | I a V | Versátil e rápido em áreas grandes |
| Nd:YAG | 1064 nm | IV a VI | Segurança em peles negras |
Na prática da clínica
- Se a maioria da agenda é de fototipos II a IV, o Diodo cobre quase tudo.
- Se você atende muitas peles negras, o Nd:YAG reduz o risco de queimadura e hiperpigmentação.
- Para buço e pelos finos em peles claras, Rubi e Alexandrite costumam render mais por sessão.
Um equipamento com os quatro comprimentos de onda, como o Hakon 4D, permite montar a agenda sem separar pacientes por tecnologia.
Pelos brancos, ruivos ou muito loiros têm pouca melanina e respondem mal a qualquer laser. Alinhe a expectativa já na avaliação.